NCM: Guia Completo da Nomenclatura Comum do Mercosul
Índice do artigo
- Resumo Executivo
- O Que Você Vai Aprender
- O Que é NCM?
- Por Que a NCM É Importante?
- Origem da NCM
- Estrutura da NCM
- Capítulo
- Posição
- Subposição
- Item e Subitem
- Como Encontrar a NCM Correta?
- Como Classificar Corretamente uma Mercadoria
- Regras Gerais de Interpretação (RGI)
- RGI 1
- RGI 2
- RGI 3
- RGI 4
- RGI 5
- RGI 6
- Diferença Entre NCM e CFOP
- NCM
- CFOP
- Resumo
- Diferença Entre NCM e CEST
- NCM
- CEST
- Resumo
- Impactos Tributários da NCM
- ICMS
- ICMS-ST
- IPI
- PIS e COFINS
- Imposto de Importação
- Exemplos Práticos
- Exemplo 1 — Calçado
- Exemplo 2 — Refrigerante
- Exemplo 3 — Autopeça
- Erros Comuns de Classificação
- Copiar a NCM do Fornecedor
- Utilizar NCM Genérica
- Não Revisar Cadastros Antigos
- Ignorar Alterações da TIPI
- Não Validar Novos Produtos
- Impactos da NCM na NF-e
- Principais Problemas Relacionados à NCM na NF-e
- Impactos da NCM no SPED Fiscal
- Impactos da NCM no ERP
- Motor Tributário
- Cadastro de Produtos
- Integrações
- Obrigações Acessórias
- Visão do Consultor ERP
- Principais Erros Encontrados em Projetos ERP
- Copiar a NCM do Fornecedor
- Utilizar a Mesma NCM Para Produtos Diferentes
- Não Revisar Cadastros Antigos
- Ignorar Alterações da TIPI
- Cadastrar Produtos Sem Análise Fiscal
- Checklist Operacional
- Produto
- Classificação
- Tributação
- ERP
- Documentação
- Como a Reforma Tributária Pode Impactar Este Tema
- Perguntas Frequentes (FAQ)
- O que significa NCM?
- Toda mercadoria possui NCM?
- Quem define a NCM?
- Posso utilizar a NCM do fornecedor?
- A NCM influencia os impostos?
- A NCM aparece na NF-e?
- A NCM pode mudar?
- NCM e CEST são a mesma coisa?
- Uma NCM incorreta pode gerar multa?
- Conclusão
- Fontes Oficiais
- Legislação e Normativos
- Órgãos Oficiais
- Documentação Técnica
- Artigos Relacionados
- Classificação Fiscal
- Tributação
- Reforma Tributária

NCM: Guia Completo da Nomenclatura Comum do Mercosul
Resumo Executivo
A NCM é um dos elementos mais importantes da classificação fiscal brasileira.
Toda mercadoria comercializada no Brasil deve possuir uma classificação NCM adequada.
Ela influencia diretamente:
- ICMS;
- IPI;
- PIS;
- COFINS;
- ICMS-ST;
- CEST;
- Imposto de Importação;
- Obrigações acessórias;
- NF-e;
- SPED Fiscal.
Uma classificação incorreta pode resultar em recolhimento indevido de tributos, rejeições de documentos fiscais, inconsistências em obrigações acessórias e autuações fiscais.
Por esse motivo, a correta identificação da NCM é uma das responsabilidades mais importantes da área fiscal.
O Que Você Vai Aprender
Ao final deste artigo você será capaz de compreender:
- O que é NCM;
- Como a NCM surgiu;
- Como funciona sua estrutura;
- Como encontrar a classificação correta;
- Qual a diferença entre NCM e CFOP;
- Qual a diferença entre NCM e CEST;
- Como a NCM impacta os tributos;
- Como a NCM afeta a NF-e;
- Como a NCM influencia sistemas ERP;
- Quais erros devem ser evitados.
O Que é NCM?
NCM significa:
Nomenclatura Comum do Mercosul.
Trata-se do sistema oficial utilizado para classificar mercadorias no Brasil e nos demais países integrantes do Mercosul.
Cada produto recebe um código numérico composto por oito dígitos.
Esse código identifica de forma padronizada a mercadoria perante:
- Receita Federal;
- Secretarias da Fazenda;
- Aduanas;
- Sistemas ERP;
- Empresas.
A NCM funciona como um "CPF da mercadoria".
Independentemente da empresa que comercializa o produto, a classificação deve representar corretamente suas características técnicas e sua finalidade.
Por Que a NCM É Importante?
A NCM é utilizada como base para inúmeras decisões tributárias.
Ela influencia diretamente:
- Tributação federal;
- Tributação estadual;
- Tributação municipal em alguns cenários;
- Benefícios fiscais;
- Regimes especiais;
- Regras de Substituição Tributária;
- Importação;
- Exportação.
Em muitos casos, a simples alteração de uma NCM pode mudar completamente o tratamento tributário de uma mercadoria.
Por isso, erros de classificação costumam ser tratados com bastante rigor pelos órgãos fiscalizadores.
Origem da NCM
A NCM possui origem no Sistema Harmonizado de Designação e Codificação de Mercadorias (SH).
O Sistema Harmonizado foi desenvolvido pela Organização Mundial das Aduanas (OMA) com o objetivo de criar uma linguagem internacional padronizada para identificação de mercadorias.
O Brasil utiliza esse sistema como base para sua classificação fiscal.
A partir dele foi criada a Nomenclatura Comum do Mercosul.
Estrutura da NCM
A NCM possui oito dígitos.
Exemplo:
6403.99.90Cada grupo possui um significado específico.
Capítulo
Primeiros dois dígitos.
Exemplo:
64Representa:
Calçados, polainas e artefatos semelhantesPosição
Primeiros quatro dígitos.
Exemplo:
6403Define um grupo mais específico de produtos.
Subposição
Primeiros seis dígitos.
Exemplo:
640399Representa uma subdivisão mais detalhada.
Item e Subitem
Últimos dois dígitos.
Exemplo:
64039990Representam a classificação completa da mercadoria.
Como Encontrar a NCM Correta?
A classificação fiscal não deve ser feita por aproximação.
O processo correto envolve análise técnica da mercadoria.
Normalmente devem ser avaliados:
- Material predominante;
- Função principal;
- Forma de utilização;
- Composição;
- Processo produtivo;
- Aplicação comercial.
A Receita Federal disponibiliza consultas e materiais auxiliares para classificação.
Em situações complexas, muitas empresas recorrem a consultorias especializadas ou realizam processos formais de consulta fiscal.
Como Classificar Corretamente uma Mercadoria
A classificação fiscal é uma atividade técnica.
Um dos maiores erros cometidos pelas empresas é acreditar que basta copiar a NCM utilizada por um fornecedor ou concorrente.
Embora isso possa servir como referência inicial, a responsabilidade pela classificação correta é sempre da empresa que comercializa a mercadoria.
Para identificar a NCM adequada é necessário analisar:
- Composição do produto;
- Matéria-prima predominante;
- Finalidade principal;
- Forma de utilização;
- Processo de fabricação;
- Características técnicas;
- Aplicação comercial.
Pequenas diferenças podem resultar em classificações completamente distintas.
Por esse motivo, produtos aparentemente semelhantes nem sempre possuem a mesma NCM.
Regras Gerais de Interpretação (RGI)
A classificação fiscal utiliza as chamadas Regras Gerais de Interpretação do Sistema Harmonizado.
Conhecidas como RGI, elas estabelecem critérios para determinar a classificação correta das mercadorias.
As principais regras envolvem:
RGI 1
A classificação deve ser determinada pelos textos das posições e das notas de seção e capítulo.
Na prática:
A descrição oficial da mercadoria é o ponto de partida da classificação.
RGI 2
Produtos incompletos ou desmontados podem ser classificados como o produto completo quando já apresentarem suas características essenciais.
RGI 3
Quando uma mercadoria puder ser enquadrada em mais de uma posição, devem ser aplicados critérios específicos para determinar a classificação correta.
RGI 4
Mercadorias não classificáveis pelas regras anteriores devem ser enquadradas na posição mais semelhante.
RGI 5
Define regras relacionadas a embalagens e estojos.
RGI 6
Estabelece critérios para classificação em subposições.
Diferença Entre NCM e CFOP
Essa é uma das dúvidas mais comuns de profissionais iniciantes.
Embora ambos apareçam na NF-e, possuem finalidades completamente diferentes.
NCM
A NCM identifica:
O que é a mercadoria.
Exemplo:
Um tênis esportivo.
NCM:
6404.11.00CFOP
O CFOP identifica:
O que está acontecendo com a mercadoria.
Exemplo:
Venda para cliente do mesmo estado.
CFOP:
5102Resumo
Ambos são obrigatórios e complementares.
Diferença Entre NCM e CEST
Outra confusão frequente ocorre entre NCM e CEST.
Embora estejam relacionados, representam informações diferentes.
NCM
Classifica a mercadoria.
Exemplo:
2203.00.00Cerveja.
CEST
Identifica produtos sujeitos aos regimes de Substituição Tributária definidos pelos estados.
Exemplo:
03.001.00Resumo
Nem toda NCM possui CEST.
Mas todo CEST está vinculado a uma ou mais NCMs.
Impactos Tributários da NCM
A NCM é um dos principais elementos utilizados pelos sistemas tributários.
Ela influencia diretamente:
ICMS
Determina:
- Benefícios fiscais;
- Reduções de base;
- Diferimentos;
- Incentivos estaduais.
ICMS-ST
A NCM é utilizada para identificar se determinada mercadoria está sujeita à Substituição Tributária.
IPI
A TIPI utiliza a classificação NCM como base para determinar as alíquotas do imposto.
Uma mudança de NCM pode resultar em alteração da tributação do IPI.
PIS e COFINS
Diversos benefícios fiscais utilizam a NCM como critério para enquadramento.
Exemplos:
- Alíquota zero;
- Suspensão;
- Monofasia;
- Regimes especiais.
Imposto de Importação
A classificação fiscal é fundamental para definição das alíquotas incidentes na importação.
Exemplos Práticos
Exemplo 1 — Calçado
Produto:
Tênis esportivo.
NCM:
6404.11.00A classificação determina:
- IPI;
- Importação;
- Benefícios fiscais aplicáveis.
Exemplo 2 — Refrigerante
Produto:
Refrigerante.
NCM:
2202.10.00A classificação influencia:
- ICMS-ST;
- PIS;
- COFINS;
- Benefícios estaduais.
Exemplo 3 — Autopeça
Produto:
Pastilha de freio.
Dependendo das características técnicas, a classificação poderá determinar:
- Aplicação de ICMS-ST;
- CEST obrigatório;
- Benefícios fiscais específicos.
Erros Comuns de Classificação
Os erros de NCM estão entre os mais recorrentes em auditorias fiscais.
Copiar a NCM do Fornecedor
O fato de um fornecedor utilizar determinada classificação não significa que ela esteja correta.
Utilizar NCM Genérica
Muitas empresas classificam produtos em categorias genéricas para facilitar cadastros.
Essa prática aumenta significativamente os riscos fiscais.
Não Revisar Cadastros Antigos
Produtos cadastrados há anos podem permanecer com classificações incorretas mesmo após alterações legislativas.
Ignorar Alterações da TIPI
Atualizações na TIPI podem impactar diretamente a classificação e tributação das mercadorias.
Não Validar Novos Produtos
O cadastro de novos itens sem análise fiscal adequada é uma das principais fontes de inconsistências.
Impactos da NCM na NF-e
A NCM é uma informação obrigatória na maioria das operações documentadas por Nota Fiscal Eletrônica (NF-e).
Ela faz parte do XML da nota e é utilizada pelos órgãos fiscalizadores para identificar a mercadoria comercializada.
A correta classificação influencia diretamente:
- Validações fiscais;
- Cálculo de impostos;
- Aplicação de benefícios fiscais;
- Regras de Substituição Tributária;
- Regras de DIFAL;
- Escrituração fiscal.
Dependendo do produto e da operação, uma NCM incorreta pode provocar rejeições ou inconsistências identificadas posteriormente em cruzamentos eletrônicos.
Principais Problemas Relacionados à NCM na NF-e
- Produto classificado incorretamente;
- NCM incompatível com CEST;
- NCM incompatível com CST;
- NCM incompatível com benefícios fiscais;
- Utilização de NCM genérica para produtos específicos.
Embora nem sempre gere rejeição imediata, a classificação incorreta aumenta significativamente o risco fiscal da operação.
Impactos da NCM no SPED Fiscal
O SPED Fiscal utiliza a NCM como uma das principais informações para identificar produtos e operações.
Ela influencia diretamente:
- Registros fiscais;
- Inventário;
- Apuração de tributos;
- Obrigações acessórias;
- Cruzamentos eletrônicos.
A Receita Federal e as Secretarias da Fazenda utilizam essas informações para validar a coerência das operações realizadas pelas empresas.
Por esse motivo, inconsistências relacionadas à NCM costumam ser facilmente identificadas em fiscalizações eletrônicas.
Impactos da NCM no ERP
A NCM é um dos campos mais estratégicos do cadastro de produtos.
Em sistemas ERP, ela normalmente participa de diversos processos.
Motor Tributário
A NCM é frequentemente utilizada para determinar:
- ICMS;
- ICMS-ST;
- IPI;
- PIS;
- COFINS;
- DIFAL;
- Benefícios fiscais.
Uma classificação incorreta pode provocar cálculos tributários errados em milhares de operações.
Cadastro de Produtos
A qualidade do cadastro depende diretamente da correta classificação fiscal.
Empresas com milhares de produtos precisam manter processos consistentes de validação.
Integrações
A NCM participa de integrações entre:
- ERP;
- Sistemas fiscais;
- Plataformas de e-commerce;
- Marketplaces;
- Sistemas contábeis.
Uma classificação incorreta pode gerar efeitos em diversos sistemas simultaneamente.
Obrigações Acessórias
Grande parte das obrigações acessórias depende da correta classificação das mercadorias.
Por esse motivo, a NCM deve ser tratada como um elemento central da governança fiscal.
Visão do Consultor ERP
Ao longo dos anos trabalhando com implantação e suporte ERP, percebi que a NCM costuma ser um dos maiores pontos de fragilidade dos cadastros de produtos.
Muitas empresas acreditam que a classificação fiscal é uma tarefa simples.
Na prática, ela exige conhecimento técnico, análise detalhada das mercadorias e acompanhamento constante das alterações legislativas.
Entre os problemas mais encontrados em projetos ERP estão:
- Produtos sem validação fiscal;
- Classificações copiadas de fornecedores;
- Utilização de NCM genérica;
- Ausência de revisão periódica;
- Falta de documentação técnica dos produtos.
Quando esses problemas se acumulam, o ERP deixa de refletir corretamente a realidade tributária da empresa.
Principais Erros Encontrados em Projetos ERP
Copiar a NCM do Fornecedor
Um dos erros mais comuns.
O fornecedor pode estar utilizando uma classificação incorreta.
A responsabilidade pela classificação continua sendo da empresa emitente.
Utilizar a Mesma NCM Para Produtos Diferentes
Produtos semelhantes nem sempre possuem a mesma classificação fiscal.
Pequenas diferenças técnicas podem alterar completamente o enquadramento.
Não Revisar Cadastros Antigos
Mudanças legislativas podem exigir revisões periódicas.
Cadastros antigos frequentemente apresentam inconsistências.
Ignorar Alterações da TIPI
A TIPI é atualizada periodicamente.
Essas alterações podem impactar diretamente a classificação e a tributação das mercadorias.
Cadastrar Produtos Sem Análise Fiscal
A pressa em liberar novos produtos costuma ser uma das principais fontes de erros de classificação.
Checklist Operacional
Antes de validar uma NCM, verifique:
Produto
- Descrição completa disponível?
- Ficha técnica disponível?
- Material predominante identificado?
- Aplicação principal identificada?
Classificação
- Capítulo correto?
- Posição correta?
- Subposição correta?
- Item correto?
- Subitem correto?
Tributação
- ICMS validado?
- ICMS-ST validado?
- IPI validado?
- PIS validado?
- COFINS validado?
ERP
- Cadastro atualizado?
- Integrações testadas?
- Regras tributárias revisadas?
Documentação
- Justificativa da classificação registrada?
- Evidências técnicas arquivadas?
Como a Reforma Tributária Pode Impactar Este Tema
Uma das dúvidas mais frequentes atualmente é:
A Reforma Tributária elimina a necessidade da NCM?
A resposta é não.
Mesmo com a implementação do IBS e da CBS, continuará sendo necessário identificar corretamente as mercadorias comercializadas.
A classificação fiscal continuará desempenhando papel importante para:
- Estatísticas econômicas;
- Comércio exterior;
- Benefícios fiscais específicos;
- Obrigações acessórias;
- Controle governamental.
Além disso, diversos regimes especiais deverão continuar utilizando a classificação fiscal como critério de enquadramento.
Perguntas Frequentes (FAQ)
O que significa NCM?
NCM significa Nomenclatura Comum do Mercosul.
É o sistema utilizado para classificar mercadorias no Brasil e nos países do Mercosul.
Toda mercadoria possui NCM?
Sim.
Toda mercadoria comercializada deve possuir uma classificação fiscal adequada.
Quem define a NCM?
A classificação é baseada nas regras do Sistema Harmonizado e da Nomenclatura Comum do Mercosul.
A responsabilidade pela correta classificação é da empresa.
Posso utilizar a NCM do fornecedor?
Ela pode servir como referência inicial.
No entanto, a empresa deve validar se a classificação realmente está correta.
A NCM influencia os impostos?
Sim.
Ela influencia diretamente diversos tributos e benefícios fiscais.
A NCM aparece na NF-e?
Sim.
É uma informação obrigatória para a maioria das operações.
A NCM pode mudar?
Sim.
Alterações legislativas podem modificar classificações ou descrições ao longo do tempo.
NCM e CEST são a mesma coisa?
Não.
A NCM classifica a mercadoria.
O CEST identifica mercadorias sujeitas à Substituição Tributária.
Uma NCM incorreta pode gerar multa?
Sim.
Dependendo do impacto tributário da classificação incorreta.
Conclusão
A NCM é um dos elementos mais importantes da gestão fiscal e tributária das empresas.
Muito além de um simples código presente na NF-e, ela influencia a tributação, a escrituração fiscal, o comércio exterior, os sistemas ERP e diversas obrigações acessórias.
Uma classificação correta reduz riscos fiscais, melhora a qualidade das informações e fortalece a governança tributária da organização.
Por outro lado, erros de classificação podem gerar impactos relevantes em tributos, fiscalizações e processos operacionais.
Por esse motivo, a NCM deve ser tratada como uma informação estratégica dentro de qualquer empresa.
Fontes Oficiais
Legislação e Normativos
- Sistema Harmonizado de Designação e Codificação de Mercadorias;
- Tabela NCM TEC;
- TIPI.
Órgãos Oficiais
- Receita Federal do Brasil;
- Ministério da Fazenda;
- Mercosul.
Documentação Técnica
- Portal Único de Comércio Exterior;
- Manual da TIPI;
- Notas Explicativas do Sistema Harmonizado (NESH).
Artigos Relacionados
Classificação Fiscal
- CFOP: Guia Completo Para Entender a Natureza das Operações Fiscais;
- CST: Guia Completo da Situação Tributária;
- CSOSN: Guia Completo Para Empresas do Simples Nacional.
Tributação
- ICMS: Guia Completo Para Empresas, NF-e e ERP;
- ICMS-ST: Guia Completo da Substituição Tributária;
- IPI: Guia Completo do Imposto sobre Produtos Industrializados.
Reforma Tributária
- Reforma Tributária: Guia Completo Sobre IBS e CBS;
- IBS: Guia Completo do Imposto sobre Bens e Serviços;
- CBS: Guia Completo da Contribuição sobre Bens e Serviços.

