Rejeição 546 — NF-e de devolução com valor do ICMS superior a NF-e devolvida
Índice do artigo
- Resumo Rápido
- Solução rápida
- Dados rápidos
- Diagnóstico Rápido
- Mensagem da Rejeição
- O que significa essa rejeição?
- Quando essa regra é aplicada?
- Sintomas Comuns
- Por que essa rejeição acontece?
- Devolução parcial calculada como total
- Alíquota diferente da nota original
- Base de cálculo diferente
- Redução de base ignorada
- CST incorreto
- Nota original referenciada incorretamente
- Reprocessamento fiscal no ERP
- Causa Raiz
- Como Resolver
- Passo 1
- Passo 2
- Passo 3
- Passo 4
- Passo 5
- Passo 6
- Passo 7
- Passo 8
- Exemplo Prático
- Exemplo XML
- NF-e original referenciada
- XML da devolução com erro
- XML corrigido
- O que mudou?
- Como Identificar o Problema no ERP
- Onde verificar
- O que procurar
- Impactos para a Empresa
- Fiscal
- Faturamento
- Estoque
- Financeiro
- Contabilidade
- Atendimento ao Cliente
- O que NÃO Fazer
- Caso Real
- Como Evitar Essa Rejeição
- Exceções e Observações
- Diferença entre Rejeição 545, 546, 566, 567 e 581
- Rejeição 545
- Rejeição 546
- Rejeição 566
- Rejeição 567
- Rejeição 581
- Fluxograma de Diagnóstico
- FAQ
- A Rejeição 546 impede a emissão da NF-e?
- Essa rejeição ocorre em qualquer NF-e?
- O valor do ICMS da devolução pode ser igual ao da nota original?
- Em devolução parcial, posso devolver todo o ICMS da nota original?
- O ERP pode causar essa rejeição?
- A alíquota da devolução precisa ser igual à da nota original?
- Posso resolver removendo a NF-e referenciada?
- A rejeição pode ocorrer com várias NF-es referenciadas?
- Existe tolerância de valor?
- Qual campo devo conferir no XML?
- Base Legal
- Artigos Relacionados
- Resumo

Rejeição 546 — NF-e de devolução com valor do ICMS superior a NF-e devolvida
Resumo Rápido
A Rejeição 546 ocorre quando uma NF-e de devolução informa valor total de ICMS maior que o valor de ICMS existente na NF-e originalmente devolvida.
Durante a validação, a SEFAZ verifica se a NF-e possui finalidade de devolução, normalmente com <finNFe>4</finNFe>, e compara o valor total do ICMS da nota de devolução com o valor de ICMS da NF-e referenciada.
Quando o ICMS da devolução é superior ao ICMS da nota de origem, a autorização é rejeitada.
Solução rápida
- Localize a NF-e original referenciada na devolução.
- Confira o valor de ICMS da NF-e original.
- Compare com o valor total de ICMS informado na devolução.
- Revise CST, base de cálculo, alíquota, redução de base e quantidade devolvida.
- Corrija o cálculo da devolução.
- Gere novamente o XML.
- Transmita a NF-e novamente.
Dados rápidos
Diagnóstico Rápido
- A NF-e está com finalidade de devolução?
- A NF-e original foi corretamente referenciada?
- O valor do ICMS da devolução é maior que o da nota original?
- A devolução é parcial?
- A quantidade devolvida está correta?
- A alíquota de ICMS foi recalculada em vez de replicada proporcionalmente?
- O CST da devolução difere do CST da nota de origem?
- Existe redução de Base de Cálculo na nota original?
- O ERP está recalculando o ICMS pela regra fiscal atual?
- Há mais de uma NF-e referenciada na devolução?
Mensagem da Rejeição
546 - NF-e de devolução com valor do ICMS superior a NF-e devolvida
O que significa essa rejeição?
Essa rejeição significa que a NF-e de devolução está tentando devolver um valor de ICMS maior do que o valor originalmente destacado na NF-e de origem.
Em uma devolução, o documento fiscal deve refletir a operação original, total ou parcialmente. Por isso, o valor do ICMS da devolução não pode superar o valor de ICMS da nota fiscal devolvida.
Na prática, a SEFAZ compara:
Valor total do ICMS da NF-e de devoluçãocom:
Valor total do ICMS da NF-e referenciadaSe o valor da devolução for maior, ocorre a Rejeição 546.
Quando essa regra é aplicada?
A rejeição ocorre principalmente quando a NF-e possui finalidade de devolução:
<finNFe>4</finNFe>E o valor total do ICMS da devolução, informado no grupo totalizador, é maior que o valor correspondente da NF-e referenciada:
<ICMSTot>
<vICMS>...</vICMS>
</ICMSTot>Essa regra está relacionada ao controle das NF-es de devolução, especialmente para impedir que o documento de retorno aproveite ou destaque ICMS em valor superior ao originalmente informado na operação devolvida.
Sintomas Comuns
- NF-e de devolução rejeitada no momento da transmissão.
- ICMS da devolução maior que o ICMS da nota original.
- Divergência após emissão de devolução parcial.
- Diferença após alteração manual de alíquota.
- Devolução gerada com regra fiscal diferente da nota de origem.
- ERP recalculando o ICMS da devolução automaticamente.
- CST ou base de cálculo diferentes da nota original.
- Rejeição após devolução de mercadoria comprada em período anterior.
- Problema em devoluções com redução de Base de Cálculo.
- Problema em devoluções com várias NF-es referenciadas.
Por que essa rejeição acontece?
Devolução parcial calculada como total
A empresa devolve apenas parte da mercadoria, mas o ERP calcula o ICMS como se toda a operação original estivesse sendo devolvida.
Alíquota diferente da nota original
A nota original foi emitida com determinada alíquota, mas a devolução utiliza outra alíquota.
Isso pode acontecer por alteração de cadastro fiscal, mudança legislativa, parametrização incorreta ou recálculo automático.
Base de cálculo diferente
A devolução utiliza uma Base de Cálculo maior que a da NF-e original.
Mesmo que a alíquota esteja correta, uma base maior pode gerar ICMS superior.
Redução de base ignorada
A nota original pode ter sido emitida com redução de Base de Cálculo do ICMS.
Se a devolução não considerar essa redução, o ICMS calculado pode ficar maior.
CST incorreto
O CST da devolução pode ter sido informado de forma diferente da operação original, alterando o comportamento do cálculo tributário.
Nota original referenciada incorretamente
A devolução pode estar referenciando uma NF-e errada.
Nesse caso, a SEFAZ compara o ICMS da devolução com uma nota de origem que não corresponde à mercadoria devolvida.
Reprocessamento fiscal no ERP
Alguns ERPs calculam a devolução com base na regra fiscal atual, e não com base nos valores efetivos da nota original.
Esse comportamento pode gerar divergência quando houve mudança de regra, alíquota, produto, CFOP ou tributação.
Causa Raiz
A causa raiz da Rejeição 546 normalmente é a falta de espelhamento correto entre a NF-e de devolução e a NF-e de origem.
A devolução não deve ser tratada como uma venda nova.
Ela precisa respeitar os valores, tributos e proporções da operação original.
As causas mais comuns são:
- Devolução parcial sem proporcionalidade.
- Alíquota diferente da nota original.
- Base de cálculo maior na devolução.
- Redução de base não aplicada.
- CST divergente.
- Referência incorreta à NF-e original.
- Produto ou quantidade divergente.
- ERP recalculando ICMS em vez de buscar os valores da origem.
- Parametrização fiscal incorreta para CFOP de devolução.
- XML da nota original não importado ou não vinculado corretamente.
Como Resolver
Passo 1
Localize a NF-e original referenciada na devolução.
Verifique o grupo de documentos referenciados no XML:
<NFref>
<refNFe>...</refNFe>
</NFref>Confirme se a chave de acesso corresponde à nota fiscal que realmente está sendo devolvida.
Passo 2
Consulte o valor total do ICMS da NF-e original.
No XML da NF-e original, verifique:
<total>
<ICMSTot>
<vICMS>...</vICMS>
</ICMSTot>
</total>Esse valor representa o limite máximo de ICMS que poderá ser devolvido, considerando a operação referenciada.
Passo 3
Verifique o valor total do ICMS da devolução.
No XML da NF-e de devolução, confira:
<total>
<ICMSTot>
<vICMS>...</vICMS>
</ICMSTot>
</total>Esse valor não pode ser maior que o ICMS da NF-e referenciada.
Passo 4
Se a devolução for parcial, faça a proporção correta.
Exemplo:
NF-e original:
Quantidade vendida = 10 unidades
ICMS original = R$ 100,00
Devolução:
Quantidade devolvida = 4 unidades
ICMS proporcional esperado:
R$ 100,00 ÷ 10 × 4 = R$ 40,00Nesse caso, a devolução não deve destacar R$ 100,00 de ICMS, pois apenas parte da operação está sendo devolvida.
Passo 5
Revise a tributação dos itens.
Confira:
- CST.
- CFOP.
- Base de Cálculo do ICMS.
- Alíquota do ICMS.
- Valor do ICMS.
- Redução de Base de Cálculo.
- Quantidade devolvida.
- Valor unitário.
- Produto devolvido.
- Chave da NF-e referenciada.
Passo 6
Corrija a origem do cálculo no ERP.
Ajuste a parametrização para que a devolução utilize os valores da nota de origem ou calcule os tributos de forma proporcional.
Evite permitir que o ERP recalcule a devolução como se fosse uma nova operação tributária.
Passo 7
Gere novo XML.
Após corrigir os dados, gere novamente a NF-e de devolução.
Passo 8
Transmita novamente a NF-e.
Depois de conferir os valores, envie a NF-e novamente para autorização.
Exemplo Prático
Uma empresa emitiu uma NF-e de venda com ICMS de R$ 180,00.
Posteriormente, o cliente devolveu a mercadoria.
Na NF-e de devolução, o ERP calculou ICMS de R$ 200,00.
ICMS da NF-e original = R$ 180,00
ICMS da devolução = R$ 200,00Como o ICMS da devolução ficou maior que o ICMS da nota original, a SEFAZ rejeitou o documento.
Resultado:
Rejeição 546Correção:
ICMS da devolução <= R$ 180,00Exemplo XML
NF-e original referenciada
<NFe>
<infNFe>
<total>
<ICMSTot>
<vICMS>180.00</vICMS>
</ICMSTot>
</total>
</infNFe>
</NFe>XML da devolução com erro
<NFe>
<infNFe>
<ide>
<finNFe>4</finNFe>
<NFref>
<refNFe>35260100000000000100550010000012341000012345</refNFe>
</NFref>
</ide>
<total>
<ICMSTot>
<vICMS>200.00</vICMS>
</ICMSTot>
</total>
</infNFe>
</NFe>XML corrigido
<NFe>
<infNFe>
<ide>
<finNFe>4</finNFe>
<NFref>
<refNFe>35260100000000000100550010000012341000012345</refNFe>
</NFref>
</ide>
<total>
<ICMSTot>
<vICMS>180.00</vICMS>
</ICMSTot>
</total>
</infNFe>
</NFe>O que mudou?
O valor total do ICMS da devolução deixou de ser superior ao valor de ICMS da NF-e original.
Como Identificar o Problema no ERP
Onde verificar
- Tela de devolução.
- Nota fiscal de origem.
- XML da NF-e original.
- XML da NF-e de devolução.
- Documento referenciado.
- Configuração do CFOP de devolução.
- Regra fiscal do produto.
- Cadastro de CST.
- Parametrização de ICMS.
- Rotina de importação de XML.
- Vínculo entre nota de origem e devolução.
O que procurar
- NF-e original errada ou ausente.
- Chave de acesso referenciada incorreta.
- ICMS da devolução maior que o ICMS da origem.
- Quantidade devolvida maior que a quantidade original.
- Devolução parcial sem cálculo proporcional.
- Alíquota diferente da nota original.
- CST divergente.
- Base de cálculo maior.
- Redução de base não aplicada.
- Recalculo tributário automático.
- Alteração manual dos valores fiscais.
Impactos para a Empresa
Fiscal
A NF-e de devolução não é autorizada.
Isso impede a formalização fiscal correta da entrada ou saída de devolução.
Faturamento
A operação de devolução fica bloqueada até a correção dos valores.
Estoque
A mercadoria pode não retornar corretamente ao estoque enquanto a nota não for autorizada.
Financeiro
Podem ocorrer atrasos em abatimentos, estornos, reembolsos ou compensações com o cliente.
Contabilidade
A apuração fiscal pode ser impactada se a devolução não for registrada corretamente.
Atendimento ao Cliente
O processo de devolução pode atrasar, gerando retrabalho e desgaste operacional.
O que NÃO Fazer
- Não aumentar artificialmente o ICMS da nota original.
- Não alterar o XML manualmente sem corrigir o ERP.
- Não trocar a finalidade da NF-e apenas para transmitir.
- Não remover a NF-e referenciada quando ela for obrigatória.
- Não recalcular a devolução como uma venda nova.
- Não ignorar a proporcionalidade em devoluções parciais.
- Não alterar CST ou alíquota sem revisar a operação original.
- Não transmitir a devolução referenciando uma nota errada.
- Não assumir que a SEFAZ está errada antes de comparar os XMLs.
Caso Real
Uma empresa emitiu uma NF-e de venda em 2025 com ICMS de R$ 540,00.
Meses depois, o cliente solicitou a devolução parcial de metade dos produtos.
Ao gerar a devolução, o ERP aplicou a regra fiscal atual do produto e calculou ICMS de R$ 600,00, pois a parametrização havia sido alterada depois da venda original.
A NF-e foi rejeitada com a Rejeição 546.
A análise mostrou que a devolução deveria considerar o ICMS proporcional da nota original, e não recalcular o imposto com a regra atual.
Após ajustar a rotina para buscar os valores do XML da nota de origem, a devolução foi autorizada.
Como Evitar Essa Rejeição
- Importe e armazene o XML da NF-e original.
- Vincule corretamente a devolução à nota de origem.
- Use os valores fiscais da nota original como base da devolução.
- Calcule proporcionalmente devoluções parciais.
- Bloqueie devolução com ICMS superior ao da origem.
- Valide CST, CFOP e alíquotas antes da transmissão.
- Evite recálculo automático sem considerar a nota original.
- Teste cenários de devolução total e parcial em homologação.
- Crie validações internas no ERP antes do envio à SEFAZ.
- Treine usuários para conferir a nota referenciada.
Exceções e Observações
A regra de validação pode possuir exceções ou limitações conforme o ambiente autorizador.
Entre as situações comuns estão:
- A validação depende da existência das NF-es referenciadas na base de dados da SEFAZ.
- A validação pode não ser aplicada quando existirem documentos fiscais referenciados com modelo diferente de 55.
- A validação pode não ser aplicada quando houver Nota Fiscal de Produtor referenciada.
- Em cenários com muitas NF-es referenciadas, a SEFAZ pode limitar a aplicação da regra por questões de desempenho.
- Pode haver tolerância operacional conforme a regra de validação aplicada pelo ambiente autorizador.
Mesmo quando houver exceções, a prática correta é manter a devolução coerente com a nota de origem.
Diferença entre Rejeição 545, 546, 566, 567 e 581
Rejeição 545
Valida se a NF-e de devolução possui valor total superior ao valor da NF-e devolvida.
Rejeição 546
Valida se a NF-e de devolução possui valor de ICMS superior ao valor de ICMS da NF-e devolvida.
Rejeição 566
Valida se a NF-e de devolução possui valor de FCP superior ao valor de FCP da NF-e devolvida.
Rejeição 567
Valida se a NF-e de devolução possui valor de ICMS da UF de destino superior ao valor correspondente da NF-e devolvida.
Rejeição 581
Valida se a NF-e de devolução possui valor de FCP da UF de destino superior ao valor correspondente da NF-e devolvida.
Fluxograma de Diagnóstico
Recebeu Rejeição 546?
├─ A NF-e é de devolução?
│
├─ Não → Revisar finalidade da NF-e
│
└─ Sim
│
├─ A NF-e original está referenciada corretamente?
│
├─ Não → Corrigir documento referenciado
│
└─ Sim
│
├─ ICMS da devolução é maior que o ICMS da origem?
│
├─ Sim → Corrigir ICMS da devolução
│
└─ Não
│
├─ Existem várias NF-es referenciadas?
│
├─ Sim → Conferir somatório das origens
│
└─ Não → Revisar XML, ambiente e parametrizaçãoFAQ
A Rejeição 546 impede a emissão da NF-e?
Sim. Enquanto a divergência existir, a NF-e de devolução não será autorizada.
Essa rejeição ocorre em qualquer NF-e?
Não. Ela está relacionada a NF-e de devolução, normalmente com finalidade finNFe = 4.
O valor do ICMS da devolução pode ser igual ao da nota original?
Sim, em uma devolução total, desde que a operação realmente devolva toda a mercadoria e respeite os valores da nota original.
Em devolução parcial, posso devolver todo o ICMS da nota original?
Não. Em regra, o ICMS deve ser proporcional à parte efetivamente devolvida.
O ERP pode causar essa rejeição?
Sim. É comum o ERP recalcular o ICMS da devolução usando a regra fiscal atual, em vez de considerar os valores da nota original.
A alíquota da devolução precisa ser igual à da nota original?
A devolução deve refletir a operação original. Se a alíquota usada na devolução gerar ICMS superior ao da nota de origem, haverá risco de rejeição.
Posso resolver removendo a NF-e referenciada?
Não. A NF-e de devolução normalmente precisa referenciar o documento fiscal original. Remover a referência pode gerar outra rejeição.
A rejeição pode ocorrer com várias NF-es referenciadas?
Sim. Nesses casos, a SEFAZ pode comparar o ICMS da devolução com o somatório do ICMS das NF-es referenciadas, observadas as regras e limitações do ambiente autorizador.
Existe tolerância de valor?
Pode existir tolerância operacional conforme a regra aplicada pelo ambiente autorizador, mas o ERP não deve depender disso. O correto é calcular a devolução com base nos valores da origem.
Qual campo devo conferir no XML?
O principal campo é o total do ICMS no grupo <ICMSTot>, tag <vICMS>.
Base Legal
- Projeto NF-e
- Manual de Orientação do Contribuinte (MOC)
- Nota Técnica 2022.005
- Regras de Validação da NF-e
- Legislação do ICMS
- Regras fiscais aplicáveis às devoluções de mercadorias
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Resumo
A Rejeição 546 ocorre quando uma NF-e de devolução possui valor total de ICMS superior ao valor de ICMS da NF-e originalmente devolvida. O problema normalmente está relacionado a devolução parcial sem proporcionalidade, alíquota diferente da nota original, base de cálculo maior, CST divergente, redução de base ignorada ou referenciamento incorreto da NF-e de origem. A solução consiste em comparar o XML da devolução com o XML da nota original, corrigir o valor do ICMS e retransmitir a NF-e.