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Tabela CST × cClassTrib (IBS/CBS)
Consulte a **Tabela CST × cClassTrib**, utilizada na parametrização dos documentos fiscais eletrônicos da Reforma Tributária.
Esta tabela apresenta o relacionamento entre os **Códigos de Situação Tributária (CST)** e os respectivos **Códigos de Classificação Tributária (cClassTrib)** utilizados na tributação do IBS e da CBS, auxiliando empresas, analistas fiscais, consultores e desenvolvedores na correta configuração de sistemas ERP.
Tribium
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Consulte a Tabela cBenef SP, contendo os Códigos de Benefício Fiscal (cBenef) utilizados pelo Estado de São Paulo na emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e).
Esta tabela foi desenvolvida para auxiliar profissionais da área fiscal, contadores, analistas de ERP, desenvolvedores e empresas na correta parametrização dos benefícios fiscais, reduzindo inconsistências na emissão da NF-e e prevenindo rejeições relacionadas ao campo cBenef.
Tribium
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# Tabela NCM × uTrib
Consulte a relação oficial entre os **códigos NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul)** e suas respectivas **Unidades Tributáveis (uTrib)** utilizadas na emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e).
Esta tabela auxilia empresas, analistas fiscais, profissionais de ERP e desenvolvedores na correta parametrização de produtos, evitando inconsistências cadastrais e reduzindo problemas na emissão de documentos fiscais eletrônicos.
Tribium
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# Tabela de Alíquotas Internas de ICMS por Estado (2026)
Consulte as **alíquotas internas de ICMS** das 27 unidades federativas brasileiras atualizadas para 2026.
Esta tabela foi desenvolvida para auxiliar profissionais das áreas fiscal, contábil, financeira e tecnologia na consulta rápida das alíquotas gerais utilizadas em operações internas.
Tribium
NotíciaUrgente 🔴há cerca de 1 mês
## Resumo rápido
O Ajuste SINIEF 49/25 estabelece procedimentos para emissão de NF-e em quatro situações principais:
1. venda para entrega futura com pagamento antecipado;
2. perda de estoque por extravio, perecimento, deterioração, furto ou roubo;
3. redução de valores ou quantidades quando não for possível cancelar a NF-e de saída;
4. retorno por recusa total ou parcial na entrega, ou por não localização do destinatário.
Na prática, a norma amplia o uso operacional das finalidades **Nota de Débito** e **Nota de Crédito** na NF-e, exigindo atenção dos emissores, ERPs, equipes fiscais e responsáveis por parametrização tributária.
Sefaz
NotíciaUrgente 🔴há cerca de 1 mês
A Sefaz-SP esclareceu, na Resposta à Consulta Tributária 33279/2026, que a **Nota de Débito prevista no Ajuste SINIEF 49/2025 não deve ser tratada como uma terceira NF-e** nas operações de venda para entrega futura com pagamento antecipado.
Na prática, continuam sendo emitidas **duas NF-e**:
1. **NF-e de simples faturamento**, sem destaque do ICMS, com **CFOP 5.922** e finalidade **`finNFe = 6 — Nota de Débito`**;
2. **NF-e de efetiva saída da mercadoria**, com destaque do ICMS quando devido, usando **CFOP 5.116 ou 5.117**, conforme o caso.
A regra produz efeitos a partir de **03 de agosto de 2026**, conforme alteração promovida pelo Ajuste SINIEF 15/2026 no Ajuste SINIEF 49/2025. ([legislacao.fazenda.sp.gov.br](https://legislacao.fazenda.sp.gov.br/Paginas/RC33279_2026.aspx))
Sefaz
O CSOSN é um dos principais elementos tributários utilizados pelas empresas enquadradas no Simples Nacional.
Embora muitas vezes seja tratado apenas como um campo obrigatório da Nota Fiscal Eletrônica, sua função vai muito além da emissão do documento fiscal.
O CSOSN é responsável por informar ao Fisco qual tratamento tributário está sendo aplicado à operação em relação ao ICMS.
Na prática, ele influencia diretamente:
- Emissão da NF-e;
- Crédito de ICMS;
- Substituição Tributária;
- Escrituração Fiscal;
- SPED Fiscal;
- Parametrizações ERP;
- Obrigações acessórias;
- Cruzamentos eletrônicos realizados pelo Fisco.
Uma parametrização incorreta pode gerar inconsistências fiscais, cálculos errados de tributos e problemas em fiscalizações futuras.
Por esse motivo, compreender corretamente os códigos CSOSN é fundamental para profissionais das áreas fiscal, contábil e tecnologia.
Tribium21 min de leitura
O CST é um dos elementos mais importantes da tributação brasileira.
Embora muitas vezes receba menos atenção do que a NCM ou o CFOP, o CST é o responsável por informar ao Fisco qual tratamento tributário está sendo aplicado a uma determinada operação.
Na prática, ele responde perguntas fundamentais:
- A operação é tributada?
- Existe isenção?
- Existe redução de base?
- Há diferimento?
- Existe Substituição Tributária?
- A operação possui suspensão?
- Há direito a crédito?
Sem o CST, os sistemas fiscais não conseguem interpretar corretamente a tributação aplicada à operação.
Por esse motivo, o CST participa diretamente:
- Da emissão da NF-e;
- Da apuração de impostos;
- Da geração do SPED Fiscal;
- Da geração do SPED Contribuições;
- Das integrações contábeis;
- Das parametrizações dos sistemas ERP.
Uma definição incorreta do CST pode provocar recolhimentos indevidos de tributos, geração incorreta de créditos fiscais, inconsistências em obrigações acessórias e autuações fiscais.
Por isso, compreender a lógica dos códigos CST é uma competência essencial para profissionais das áreas fiscal, contábil e tecnologia.
Tribium17 min de leitura
Notíciahá cerca de 1 mês
O **Tribium** é um portal de inteligência fiscal aplicada a sistemas, criado para transformar a complexidade da legislação tributária em informação prática, clara e útil para quem trabalha com ERP, documentos fiscais eletrônicos e processos empresariais.
Nossa missão é ajudar profissionais e empresas a compreenderem **o que mudou na legislação, quem será impactado, quais ações precisam ser tomadas e como essas mudanças afetam os sistemas de gestão**.
Mais do que explicar normas fiscais, buscamos conectar teoria e prática, mostrando como cada alteração influencia a operação diária das empresas.
Tribium
A Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) é um dos documentos fiscais mais importantes do ambiente empresarial brasileiro.
Criada para substituir documentos fiscais em papel, a NF-e revolucionou a forma como empresas, governos e contribuintes registram, transmitem, armazenam e fiscalizam operações comerciais.
Sua implantação transformou profundamente os processos de:
- Faturamento.
- Compras.
- Vendas.
- Fiscal.
- Contabilidade.
- Logística.
- Auditoria.
- Tecnologia da Informação.
Atualmente, praticamente toda empresa que comercializa mercadorias no Brasil depende direta ou indiretamente da NF-e.
Por esse motivo, compreender seu funcionamento tornou-se essencial para analistas fiscais, consultores ERP, implantadores, desenvolvedores, contadores e gestores empresariais.
Tribium41 min de leitura
A CST do PIS e da COFINS é um dos principais códigos utilizados para identificar o tratamento tributário das contribuições federais nas operações fiscais das empresas brasileiras.
Ela informa se determinada operação é tributada, isenta, sem incidência, sujeita à alíquota zero, monofásica, com suspensão ou vinculada a créditos.
Na prática, a CST impacta diretamente:
- NF-e.
- EFD Contribuições.
- Apuração de PIS.
- Apuração de COFINS.
- Créditos tributários.
- Escrituração fiscal.
- Parametrizações ERP.
- Cruzamentos da Receita Federal.
Por esse motivo, compreender corretamente as CSTs do PIS e da COFINS é essencial para analistas fiscais, consultores ERP, implantadores, contadores e profissionais responsáveis por parametrizações tributárias.
Tribium27 min de leitura
A Substituição Tributária do ICMS (ICMS-ST) é um dos regimes mais importantes e complexos do sistema tributário brasileiro.
Seu principal objetivo é concentrar a arrecadação do imposto em um número reduzido de contribuintes, permitindo que o recolhimento ocorra antecipadamente em relação às etapas futuras da cadeia de comercialização.
Na prática, um contribuinte localizado no início da cadeia econômica pode ser responsável pelo recolhimento:
- Do ICMS de sua própria operação;
- Do ICMS presumidamente devido nas operações subsequentes.
Esse modelo afeta diretamente:
- Compras;
- Vendas;
- Formação de preços;
- Margem de lucro;
- Custos;
- NF-e;
- SPED Fiscal;
- Estoques;
- Sistemas ERP;
- Obrigações acessórias.
Tribium13 min de leitura
O Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) é um tributo federal incidente sobre produtos industrializados nacionais e estrangeiros.
Sua importância vai muito além da arrecadação tributária.
O IPI é utilizado pelo governo federal como instrumento de política econômica, podendo estimular ou desestimular setores específicos por meio da alteração de alíquotas.
Para empresas, o correto tratamento do IPI impacta diretamente:
- Emissão de NF-e.
- Formação de preços.
- Compras.
- Vendas.
- Industrialização.
- Importação.
- Exportação.
- Apuração fiscal.
- SPED Fiscal.
- Parametrizações ERP.
Por esse motivo, compreender profundamente o funcionamento do IPI é essencial para analistas fiscais, consultores ERP, implantadores, contadores e profissionais de tecnologia que atuam com sistemas de gestão empresarial.
Tribium29 min de leitura
O Programa de Integração Social (PIS) é uma das principais contribuições federais incidentes sobre o faturamento das empresas brasileiras.
Embora frequentemente seja analisado em conjunto com a COFINS, o PIS possui regras próprias de apuração, créditos, alíquotas e escrituração.
Seu correto tratamento impacta diretamente:
- Faturamento.
- Compras.
- Formação de preços.
- Apuração tributária.
- NF-e.
- SPED.
- EFD Contribuições.
- Parametrizações ERP.
Por esse motivo, o conhecimento do PIS é essencial para analistas fiscais, consultores ERP, implantadores, contadores e profissionais que atuam com processos tributários e sistemas de gestão empresarial.
Tribium24 min de leitura
A Rejeição 772 ocorre quando a NF-e é emitida como **operação interestadual**, mas a UF de destino informada no destinatário é igual à UF de origem do emitente.
Na prática, o XML indica que a operação ocorre entre estados diferentes, por meio do campo `<idDest>2</idDest>`, porém o endereço do destinatário está na mesma UF do emitente.
Sefaz13 min de leitura
A Rejeição 1035 ocorre quando a NF-e ou NFC-e informa a alíquota efetiva do IBS da UF, no campo `<pAliqEfet>`, com valor diferente do cálculo esperado pela regra de validação da SEFAZ.
Essa rejeição está relacionada ao grupo de redução de alíquota estadual do IBS, normalmente informado em `<gIBSUF><gRed>`. Quando esse grupo é preenchido, a SEFAZ valida se a alíquota efetiva foi calculada corretamente a partir da alíquota do IBS da UF e do percentual de redução de alíquota.
Em operações com compra governamental, o cálculo também pode considerar o redutor próprio do grupo `<gCompraGov>`.
Sefaz12 min de leitura
A Rejeição 546 ocorre quando uma NF-e de devolução informa valor total de ICMS maior que o valor de ICMS existente na NF-e originalmente devolvida.
Durante a validação, a SEFAZ verifica se a NF-e possui finalidade de devolução, normalmente com `<finNFe>4</finNFe>`, e compara o valor total do ICMS da nota de devolução com o valor de ICMS da NF-e referenciada.
Quando o ICMS da devolução é superior ao ICMS da nota de origem, a autorização é rejeitada.
Sefaz14 min de leitura
A Rejeição 213 ocorre quando a NF-e ou NFC-e é assinada com um Certificado Digital cujo CNPJ-base é diferente do CNPJ-base do autor da mensagem.
Na prática, a SEFAZ identifica que o certificado utilizado para assinar ou transmitir o documento não pertence à mesma raiz de CNPJ da empresa responsável pela emissão.
Essa rejeição está ligada à validação da assinatura digital, não ao cálculo de impostos, CFOP, CST, produtos ou totalizadores da nota.
Sefaz12 min de leitura
A Rejeição 629 ocorre quando o valor total do produto informado no item da NF-e ou NFC-e é diferente do resultado da multiplicação entre a quantidade comercial e o valor unitário de comercialização.
Na prática, a SEFAZ valida se o campo `<vProd>` do item corresponde ao cálculo:
```text
vProd = qCom × vUnCom
```
Quando o valor informado em `<vProd>` ultrapassa a tolerância aceita em relação ao resultado da multiplicação, a nota é rejeitada.
Sefaz14 min de leitura
A Rejeição 666 ocorre quando a NF-e informa o código de benefício fiscal de redução de Base de Cálculo, campo `<cBenefRBC>`, mas esse código está incorreto, inexistente, fora de vigência ou incompatível com a UF da operação.
Essa rejeição está relacionada ao grupo de tributação do ICMS com diferimento, especialmente quando o item utiliza **CST 51** e possui redução de Base de Cálculo do ICMS.
Na prática, o problema não é a ausência do campo, mas sim a informação de um código que a SEFAZ não reconhece como válido para aquela UF, vigência ou tipo de benefício.
Sefaz13 min de leitura
A Rejeição 665 ocorre quando a NF-e utiliza **CST 51 — Diferimento** com percentual de redução de Base de Cálculo do ICMS maior que zero, mas não informa o **código de benefício fiscal de redução de BC**, campo `<cBenefRBC>`.
Na prática, a nota indica que existe redução de Base de Cálculo dentro do grupo de tributação por diferimento, mas o XML não identifica qual benefício fiscal estadual autoriza essa redução.
Sefaz12 min de leitura
A Rejeição 946 ocorre quando a NF-e ou NFC-e informa um Código de Benefício Fiscal, campo `<cBenef>`, que não existe na tabela da UF ou está fora do prazo de vigência para a operação realizada.
Durante a validação, a SEFAZ verifica se o código de benefício fiscal informado no item consta na tabela oficial de códigos de benefício fiscal da Unidade Federada e se está vigente na data de emissão do documento.
Quando o código não é encontrado, está expirado ou não está disponível para a UF, a nota é rejeitada.
### Solução rápida
1. Verifique o código informado no campo `<cBenef>` do item.
2. Consulte a tabela oficial de benefícios fiscais da UF.
3. Confirme se o código existe e está vigente.
4. Revise a parametrização fiscal do ERP.
5. Corrija o código, remova-o quando indevido ou ajuste a regra fiscal.
6. Gere novamente o XML.
7. Transmita a NF-e ou NFC-e novamente.
Sefaz13 min de leitura
A Rejeição 929 ocorre quando a NF-e ou NFC-e utiliza o CST 51, que representa ICMS com diferimento, mas não informa corretamente os campos necessários para demonstrar o cálculo do diferimento no item.
Na prática, o XML indica que existe diferimento do ICMS, porém o grupo de ICMS do item não apresenta as informações mínimas esperadas para a apuração, como base de cálculo, alíquota, valor do ICMS da operação, percentual de diferimento e valor do ICMS diferido.
Sefaz13 min de leitura
A Rejeição 931 ocorre quando a NF-e ou NFC-e informa um Código de Benefício Fiscal, campo `<cBenef>`, que não é compatível com o CST de ICMS utilizado no item e com a tabela de benefícios fiscais da UF.
Na prática, o código de benefício fiscal pode até existir, mas não corresponde à situação tributária informada no item da nota.
A SEFAZ valida a relação entre:
- UF vinculada à exigência do benefício fiscal.
- CST de ICMS do item.
- Código de Benefício Fiscal informado em `<cBenef>`.
- Tabela cBenef x CST publicada pela UF.
Quando essa combinação não é aceita, a autorização da NF-e/NFC-e é rejeitada.
Sefaz16 min de leitura
A Rejeição 300 ocorre quando a NF-e informa o destinatário como **Não Contribuinte do ICMS**, normalmente com `<indIEDest>9</indIEDest>`, mas o cadastro da UF indica que esse destinatário possui Inscrição Estadual com tipo diferente de não contribuinte.
Em termos práticos, existe uma divergência entre o que foi informado no XML da NF-e e o que consta no Cadastro Centralizado de Contribuintes ou no cadastro da SEFAZ da UF do destinatário.
A SEFAZ entende que o destinatário não deveria ser tratado como não contribuinte naquela operação e rejeita a NF-e.
Sefaz12 min de leitura
A Rejeição 865 ocorre quando o somatório dos valores de pagamento informados na NF-e ou NFC-e é menor que o valor total do documento fiscal.
Durante a validação, a SEFAZ compara o valor total da nota, informado em `<vNF>`, com a soma dos valores de pagamento informados nos grupos `<detPag>`, campo `<vPag>`.
Quando a soma dos pagamentos é inferior ao total da nota, o documento é rejeitado.
Sefaz11 min de leitura
A Rejeição 805 ocorre quando a NF-e informa o destinatário como **Contribuinte Isento de Inscrição Estadual**, por meio do campo `<indIEDest>2</indIEDest>`, mas a UF do destinatário não permite essa condição para a operação realizada.
Durante a validação, a SEFAZ verifica a UF do destinatário, o tipo de operação e a identificação da Inscrição Estadual informada no XML. Quando o destinatário é enviado como isento em uma UF que não aceita essa identificação, a NF-e é rejeitada.
Sefaz12 min de leitura
A Rejeição 564 ocorre quando o valor total dos produtos e serviços informado no grupo de totais da NF-e ou NFC-e é diferente da soma dos valores dos produtos informados nos itens que compõem o total do documento.
Durante a validação, a SEFAZ compara o valor informado em `<vProd>` no grupo `<ICMSTot>` com o somatório dos campos `<vProd>` dos itens da nota, considerando os itens cujo campo `<indTot>` indica que o valor do item compõe o total da NF-e.
Quando esses valores não coincidem, a autorização do documento é rejeitada.
Sefaz11 min de leitura
A Rejeição 1038 ocorre quando a NF-e exige a informação de um Documento Fiscal Eletrônico referenciado em nível de item, por meio do grupo `<DFeReferenciado>`, mas essa referência não foi informada no XML.
Essa rejeição está relacionada às validações da Reforma Tributária do Consumo na NF-e, especialmente em operações nas quais a SEFAZ precisa identificar o documento fiscal que originou a operação, o crédito, o débito, a devolução ou o ajuste informado no item.
Na prática, a NF-e indica uma situação que exige rastreabilidade com documento anterior, mas o item não traz a chave de acesso do DF-e referenciado.
Sefaz16 min de leitura
A Rejeição 1042 ocorre quando a NF-e informa referenciamento de documento fiscal no nível do item, por meio do grupo `<DFeReferenciado>`, em uma situação em que esse tipo de referência não é permitido.
Na prática, o XML está dizendo à SEFAZ que determinado item da nota está vinculado a um item de outro documento fiscal. Esse tipo de vínculo não pode ser usado livremente em qualquer finalidade de NF-e.
Quando a SEFAZ identifica que o grupo de referenciamento a nível de item foi informado indevidamente, a nota é rejeitada.
Sefaz13 min de leitura
A Rejeição 1010 ocorre quando uma NF-e informa documento fiscal referenciado em dois níveis ao mesmo tempo:
- No nível da nota, pelo grupo `<NFref>`.
- No nível do item, pelo grupo `<DFeReferenciado>`.
Na prática, a SEFAZ identifica que a nota está referenciando documento fiscal no cabeçalho e também em um ou mais itens. Esse preenchimento simultâneo não é permitido para a regra de validação aplicada.
A rejeição está relacionada às novas validações da Reforma Tributária do Consumo, especialmente ao controle de referenciamento de documentos e itens para operações de devolução, débito, crédito, ajustes e rastreabilidade de IBS/CBS.
Sefaz16 min de leitura
A Rejeição 1037 ocorre quando a alíquota da CBS informada na NF-e ou NFC-e está inválida para a regra de validação aplicada ao documento fiscal.
No contexto da Reforma Tributária do Consumo, essa rejeição está relacionada ao campo de alíquota da CBS, normalmente identificado no XML como `<pCBS>`, dentro do grupo de tributação do IBS/CBS do item.
Para documentos emitidos em 2026, quando a operação exigir o preenchimento do grupo da CBS, a alíquota da CBS deve respeitar a alíquota de transição prevista para o período.
Em termos práticos, o erro ocorre quando o ERP informa uma alíquota diferente da esperada pela SEFAZ.
Sefaz12 min de leitura
A Rejeição 1031 ocorre quando o valor do diferimento do IBS da UF informado na NF-e ou NFC-e é diferente do valor calculado pela regra de validação da SEFAZ.
Na prática, o XML informa o grupo de diferimento da UF, dentro do grupo do IBS/CBS, mas o campo `<vDif>` não corresponde ao cálculo esperado a partir da base de cálculo, da alíquota do IBS da UF e do percentual de diferimento.
A mensagem normalmente vem acompanhada da indicação do item com problema:
```text
1031 - Valor do Diferimento da UF difere do calculado [nItem: 999]
```
Sefaz12 min de leitura
A Rejeição 1115 ocorre quando a NF-e ou NFC-e deveria conter o grupo de informações do IBS e da CBS no item, mas o grupo não foi informado no XML.
A mensagem oficial da rejeição é:
**1115 - IBS/CBS não informado [nItem: 999]**
Na prática, a SEFAZ identifica que determinado item da nota não possui o grupo de tributação da Reforma Tributária do Consumo, localizado em:
```xml
<det>
<imposto>
<IBSCBS>...</IBSCBS>
</imposto>
</det>
```
Essa rejeição está relacionada às adequações da NF-e e NFC-e para a Reforma Tributária, especialmente ao preenchimento dos campos de IBS, CBS, CST e cClassTrib por item.
Sefaz16 min de leitura
A Rejeição 290 ocorre quando a SEFAZ identifica que o certificado digital utilizado para assinar a NF-e é inválido.
Diferentemente da Rejeição 280, que está relacionada ao certificado utilizado na transmissão, a Rejeição 290 está ligada ao certificado utilizado na assinatura digital do XML da NF-e.
Na prática, a SEFAZ não consegue validar a assinatura digital do documento e, por esse motivo, rejeita a nota fiscal.
Sefaz6 min de leitura
A Rejeição 806 ocorre quando a SEFAZ identifica que o NCM informado no produto é incompatível com a operação fiscal realizada.
Diferentemente da Rejeição 778, o NCM existe e é válido. O problema está na combinação entre o NCM utilizado e as demais informações da NF-e.
Sefaz5 min de leitura
A Rejeição 600 ocorre quando uma empresa optante pelo Simples Nacional emite uma NF-e para um destinatário não contribuinte do ICMS utilizando um CSOSN não permitido para esse tipo de operação.
A SEFAZ valida a combinação entre o indicador de inscrição estadual do destinatário (indIEDest) e o CSOSN utilizado na nota fiscal. Quando existe incompatibilidade, a NF-e é rejeitada.
Sefaz6 min de leitura
A Rejeição 599 ocorre quando a NF-e utiliza um CFOP de importação, mas o grupo do Imposto de Importação (II) não foi informado no XML.
Durante a validação, a SEFAZ identifica que a operação está relacionada à entrada de mercadorias importadas e exige o preenchimento das informações do II. Quando esses dados não são enviados, a NF-e é rejeitada.
Sefaz6 min de leitura
A Rejeição 597 ocorre quando uma NF-e utiliza um CFOP relacionado à importação, mas o grupo do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) não foi informado no XML.
Durante a validação, a SEFAZ identifica que a operação corresponde a uma importação e exige o preenchimento das informações do IPI. Quando esses dados não são enviados, a NF-e é rejeitada.
Sefaz4 min de leitura
A Rejeição 1027 ocorre quando a NF-e contém uma Nota Fiscal referenciada no grupo `<NFref>` em uma situação em que esse referenciamento não é permitido pela regra de validação da SEFAZ.
Essa rejeição está ligada às adequações da Reforma Tributária do Consumo na NF-e, especialmente aos novos cenários de notas com finalidade de crédito, débito, ajustes e operações específicas envolvendo IBS/CBS.
Na prática, o ERP monta o XML com uma referência a documento fiscal anterior, mas a combinação entre finalidade da NF-e, tipo da nota e regra tributária não permite que essa referência seja informada naquele ponto do XML.
Sefaz12 min de leitura
A Rejeição 1025 ocorre quando a NF-e ou NFC-e informa uma Classificação Tributária do IBS/CBS, campo `cClassTrib`, que não é permitida para o modelo de documento fiscal eletrônico utilizado.
Na prática, o código de classificação pode até existir na tabela do IBS/CBS, mas possuir indicador que impede seu uso naquele modelo de DFe.
Exemplo comum:
- Documento modelo 55, NF-e, com `cClassTrib` sem permissão para NF-e.
- Documento modelo 65, NFC-e, com `cClassTrib` sem permissão para NFC-e.
Durante a validação, a SEFAZ compara o modelo do documento informado em `ide/mod` com os indicadores do `cClassTrib`. Se o código informado não estiver habilitado para aquele modelo, a nota é rejeitada.
Sefaz12 min de leitura
A Rejeição 930 ocorre quando a NF-e é emitida utilizando um CST que exige a informação do código de benefício fiscal (cBenef), mas esse campo não foi preenchido no XML.
Essa validação foi introduzida para permitir que as administrações tributárias identifiquem corretamente os benefícios fiscais concedidos pelos estados. Quando a operação utiliza um CST vinculado a benefício fiscal e o cBenef não é informado, a NF-e é rejeitada.
A correção consiste em identificar o benefício fiscal aplicável à operação, informar o código correto na NF-e e retransmitir o documento.
Tribium6 min de leitura
A Rejeição 402 ocorre quando o XML da NF-e é transmitido utilizando uma codificação de caracteres diferente de UTF-8.
A NF-e exige que todo XML seja gerado e transmitido obrigatoriamente utilizando o padrão UTF-8. Quando o documento é criado em outra codificação, a SEFAZ não consegue interpretar corretamente os caracteres e rejeita a transmissão.
A correção consiste em configurar o ERP, integração ou componente emissor para gerar e transmitir o XML utilizando UTF-8.
Sefaz6 min de leitura
A Rejeição 280 ocorre quando a NF-e é transmitida utilizando um certificado digital que não possui autorização para representar o emitente informado no documento fiscal.
Na prática, a SEFAZ identifica que o certificado utilizado na transmissão pertence a outro CNPJ ou CPF e não possui vínculo válido com o emitente da NF-e.
A correção consiste em utilizar um certificado digital válido para o emitente ou regularizar a procuração eletrônica quando aplicável.
Sefaz6 min de leitura
A Rejeição 208 ocorre quando o CNPJ informado para o destinatário da NF-e não atende às regras de validação da Receita Federal.
O problema pode estar relacionado a erro de digitação, quantidade incorreta de caracteres, dígito verificador inválido ou preenchimento incorreto do cadastro do cliente.
A correção consiste em validar o CNPJ informado, corrigir o cadastro do destinatário e transmitir novamente a NF-e.
Sefaz6 min de leitura
A Rejeição 302 ocorre quando a SEFAZ identifica que o destinatário da NF-e possui irregularidade fiscal ou cadastral que impede a autorização da operação.
Nessa situação, a NF-e não é autorizada e o uso do documento é denegado. O problema não está relacionado ao preenchimento do XML ou à tributação da operação, mas à situação cadastral do destinatário perante o Fisco.
A correção consiste em verificar a situação cadastral do destinatário e regularizar eventuais pendências antes de realizar nova emissão.
Sefaz6 min de leitura
A Rejeição 301 ocorre quando a SEFAZ identifica que o emitente da NF-e possui irregularidade fiscal ou cadastral que impede a autorização de novos documentos fiscais eletrônicos.
Nessa situação, a NF-e não é autorizada e o uso do documento é denegado pela administração tributária. O problema não está no preenchimento da nota fiscal, mas na situação cadastral do contribuinte perante o Fisco.
A correção consiste em regularizar a situação fiscal ou cadastral do emitente junto aos órgãos competentes e, posteriormente, emitir uma nova NF-e.
Sefaz6 min de leitura
A Rejeição 243 ocorre quando o XML da NF-e possui erro de estrutura, sintaxe ou formatação que impede sua leitura e interpretação pela SEFAZ.
Esse problema normalmente está relacionado a tags abertas ou fechadas incorretamente, caracteres inválidos, falhas na geração do XML ou problemas em integrações entre sistemas.
A correção consiste em identificar o erro estrutural no XML, corrigir a geração do documento e transmitir novamente a NF-e.
Sefaz6 min de leitura
A Rejeição 217 ocorre quando uma consulta, evento ou operação é realizada para uma NF-e que não foi localizada na base de dados da SEFAZ. Na prática, a administração tributária não encontrou a chave de acesso informada em seus registros.
Esse problema normalmente ocorre quando a NF-e ainda não foi autorizada, quando a chave de acesso foi informada incorretamente ou quando existe tentativa de consultar, cancelar ou registrar evento para um documento inexistente.
A correção consiste em validar a chave de acesso utilizada e confirmar se a NF-e foi efetivamente autorizada pela SEFAZ.
Sefaz25 min de leitura
A Rejeição 215 ocorre quando o XML da NF-e não está em conformidade com o schema definido pela SEFAZ. Isso significa que algum campo obrigatório está ausente, preenchido incorretamente, fora do padrão esperado ou em desacordo com as regras estruturais do leiaute da NF-e.
Essa é uma das rejeições mais comuns durante a emissão de documentos fiscais eletrônicos, especialmente após atualizações de ERP, mudanças de versão da NF-e ou integrações entre sistemas.
A correção consiste em identificar a inconsistência estrutural apontada pela validação do XML, ajustar os dados e retransmitir a NF-e.
Tribium6 min de leitura
A Rejeição 204 ocorre quando a SEFAZ identifica que já existe uma NF-e autorizada com a mesma chave de acesso, ou quando o emissor tenta transmitir novamente uma NF-e que já foi recebida e processada.
Tribium3 min de leitura
A Rejeição 938 ocorre quando a NF-e é emitida com tributação de ICMS que indica substituição tributária cobrada anteriormente, mas os campos de ICMS-ST retido na operação anterior não são informados no XML.
Essa rejeição costuma ocorrer em operações com:
- CST 60 — ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária.
- CSOSN 500 — ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária ou por antecipação.
- Operação normal, quando o destinatário não é consumidor final.
- Produtos sujeitos à substituição tributária.
- Revenda de mercadorias com ICMS-ST já retido na cadeia anterior.
Nessas situações, a SEFAZ pode exigir que a NF-e informe os valores referentes ao ICMS-ST retido anteriormente, como base de cálculo, percentual, ICMS próprio do substituto e valor do ICMS-ST retido.
Sefaz13 min de leitura
A Rejeição 695 ocorre quando o grupo ICMSUFDest foi informado no XML da NF-e em uma operação que não exige o cálculo do DIFAL.
Em outras palavras, o ERP gerou informações do ICMS para a UF de destino, mas a legislação e as regras da NF-e determinam que esse grupo não deveria existir naquela operação.
Esta rejeição é considerada o oposto da Rejeição 694.
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A Rejeição 591 ocorre quando uma empresa que não é optante pelo Simples Nacional transmite uma NF-e utilizando CSOSN em vez de CST.
Quando o emitente possui CRT diferente de 1, a tributação do ICMS deve ser informada através do CST. Caso o XML seja gerado com CSOSN, a NF-e será rejeitada.
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A Rejeição 590 ocorre quando uma empresa optante pelo Simples Nacional emite uma NF-e utilizando CST de ICMS em vez de CSOSN.
Quando o emitente possui CRT igual a 1 (Simples Nacional), a tributação do ICMS deve ser informada por meio do CSOSN. Se o XML for gerado com CST, a SEFAZ rejeita a nota fiscal.
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A Rejeição 481 ocorre quando o Código de Regime Tributário (CRT) informado na NF-e é diferente do regime tributário cadastrado para o emitente na base da SEFAZ.
Na prática, a empresa informa um regime tributário no XML, mas a SEFAZ possui outro regime vinculado ao CNPJ emissor.
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A Rejeição 533 ocorre quando o valor total da Base de Cálculo do ICMS-ST informado na NF-e é diferente da soma das Bases de Cálculo do ICMS-ST dos itens do documento.
Durante a validação da NF-e, a SEFAZ recalcula automaticamente o total da Base de Cálculo do ICMS-ST utilizando os valores informados nos itens. Quando encontra divergência entre o somatório dos itens e o total informado no XML, a nota é rejeitada.
Essa rejeição não valida o valor total do ICMS próprio. Ela valida especificamente a Base de Cálculo do ICMS por Substituição Tributária.
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A Rejeição 532 ocorre quando o valor total do ICMS informado no grupo de totais da NF-e é diferente da soma dos valores de ICMS informados nos itens do documento.
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Lista das rejeições da NF-e.
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O que é?
DANFE significa Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica. É a representação gráfica simplificada da NF-e, utilizada para acompanhar mercadorias e facilitar consultas.
Esse conceito é relevante para empresas que utilizam sistemas ERP, emitem documentos fiscais, controlam cadastros, realizam operações comerciais ou precisam manter conformidade fiscal e operacional.
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O que é?
CC-e significa Carta de Correção Eletrônica. É um evento eletrônico utilizado para corrigir determinadas informações de uma NF-e já autorizada pela SEFAZ.
Esse conceito é relevante para empresas que utilizam sistemas ERP, emitem documentos fiscais, controlam cadastros, realizam operações comerciais ou precisam manter conformidade fiscal e operacional.
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A Chave de Acesso é um código numérico único de 44 dígitos utilizado para identificar documentos fiscais eletrônicos como NF-e, NFC-e, CT-e, MDF-e e BP-e.
Esse conceito é relevante para empresas que utilizam sistemas ERP, emitem documentos fiscais, controlam cadastros, realizam operações comerciais ou precisam manter conformidade fiscal e operacional.
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A Rejeição 539 ocorre quando a SEFAZ identifica que já existe uma NF-e autorizada para o mesmo Emitente, Série e Número da NF-e, porém com uma Chave de Acesso diferente da que está sendo enviada.
Na prática, a numeração da nota já foi utilizada anteriormente, mas algum campo que compõe a chave de acesso foi alterado na nova tentativa de emissão.
Essa é uma das rejeições mais comuns em operações de faturamento, reprocessamento de pedidos, contingência e integrações ERP.
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A Rejeição 999 ocorre quando a SEFAZ encontra um erro durante o processamento da NF-e, mas não consegue associá-lo a uma regra de validação específica.
Diferentemente da maioria das rejeições, a 999 não aponta diretamente qual campo ou informação está incorreta. Por isso, ela exige um processo de diagnóstico mais amplo.
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A Rejeição 934 ocorre quando a legislação da UF exige o preenchimento do código de benefício fiscal (cBenef), mas a tag não foi informada no XML da NF-e.
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A Rejeição 778 ocorre quando o NCM informado na NF-e não existe na tabela oficial da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) utilizada pela SEFAZ.
Na prática, isso significa que o código informado no cadastro do produto ou no XML da NF-e não é reconhecido como um NCM válido.
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A Rejeição 694 ocorre quando a NF-e contém uma operação que exige o preenchimento do grupo de ICMS para a UF de destino (ICMSUFDest), mas essas informações não foram informadas no XML.
Essa rejeição é comum em operações interestaduais destinadas a consumidor final e está diretamente relacionada às regras do DIFAL (Diferencial de Alíquotas).
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A Rejeição 612 ocorre quando o GTIN informado na NF-e é considerado inválido pela SEFAZ.
O problema normalmente está relacionado a erros de cadastro, códigos digitados incorretamente, utilização de GTIN inexistente ou falha na validação do dígito verificador.
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A Rejeição 610 ocorre quando o valor total da NF-e informado no XML é diferente do valor total calculado pela SEFAZ com base nos campos que compõem o total da nota.
Durante a autorização, a SEFAZ recalcula automaticamente o valor total da NF-e. Se encontrar divergência entre o valor informado e o valor calculado, a nota será rejeitada.
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A Rejeição 531 ocorre quando o valor total da Base de Cálculo do ICMS-ST informado na NF-e é diferente da soma das Bases de Cálculo do ICMS-ST dos itens do documento.
Durante a validação, a SEFAZ recalcula automaticamente a Base de Cálculo da Substituição Tributária utilizando os valores dos itens. Quando encontra divergência entre os itens e o totalizador, a NF-e é rejeitada.
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A Rejeição 386 ocorre quando o CFOP informado na NF-e não é compatível com a UF de destino da operação.
Na prática, a SEFAZ identifica uma inconsistência entre o tipo da operação fiscal representada pelo CFOP e a localização do destinatário.
Essa rejeição é bastante comum em empresas que realizam operações interestaduais e possuem parametrizações fiscais inadequadas.
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A Rejeição 328 ocorre quando a NF-e utiliza um CFOP de devolução, mas a finalidade da nota (finNFe) não está configurada como devolução de mercadoria.
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A Rejeição 327 ocorre quando a NF-e é emitida com finalidade de devolução de mercadoria (finNFe = 4), mas o CFOP informado não corresponde a uma operação de devolução.
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A Rejeição 324 ocorre quando o CST informado na NF-e é incompatível com a operação realizada, considerando CFOP, tipo de operação, tributação, destinatário e demais regras fiscais.
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A Rejeição 321 ocorre quando uma NF-e é emitida com finalidade de devolução de mercadoria (finNFe = 4), mas não possui documento fiscal referenciado no XML.
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A Rejeição 225 ocorre quando a SEFAZ identifica que o XML da NF-e não está em conformidade com o Schema XML oficial definido pelo projeto NF-e.
Em outras palavras, o arquivo XML foi gerado com alguma inconsistência estrutural, impedindo sua validação pela SEFAZ.
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A Rejeição 656 ocorre quando a SEFAZ identifica uso excessivo ou inadequado de seus Web Services.
O caso mais comum envolve consultas repetitivas na Distribuição DF-e, Manifestação do Destinatário ou captura automática de XMLs.
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Entenda o que é CFOP, para que serve, como funciona sua estrutura, quais são os principais códigos utilizados pelas empresas e seus impactos na NF-e, SPED Fiscal e ERP.
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Entenda o que é MVA, como funciona a Margem de Valor Agregado, como ela é utilizada na Substituição Tributária do ICMS e quais são seus impactos na NF-e, SPED Fiscal e sistemas ERP.
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O Imposto Seletivo (IS) é um dos novos tributos criados pela Reforma Tributária do Consumo instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e regulamentada pela Lei Complementar nº 214/2025.
Diferentemente da CBS e do IBS, o Imposto Seletivo possui natureza predominantemente extrafiscal.
Seu principal objetivo não é arrecadar recursos, mas influenciar comportamentos econômicos através da tributação diferenciada de determinados bens e serviços.
Na prática, o IS impactará diretamente:
- Indústrias.
- Importadores.
- Distribuidores.
- Atacadistas.
- ERP.
- NF-e.
- Cadastros fiscais.
- Classificação fiscal.
- Apuração tributária.
Por esse motivo, compreender o funcionamento do Imposto Seletivo tornou-se essencial para profissionais das áreas fiscal, tributária, contábil e tecnológica.
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Entenda o que é DIFAL, como funciona o Diferencial de Alíquotas do ICMS, quem deve recolher, como calcular e quais são seus impactos na NF-e, XML, ERP, SPED Fiscal e Reforma Tributária.
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Entenda o que é NCM, como funciona sua estrutura, como classificar corretamente mercadorias, quais os impactos tributários e como a NCM influencia a NF-e, o SPED e os sistemas ERP.
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A Reforma Tributária do Consumo representa uma das maiores transformações já realizadas no sistema tributário brasileiro.
Seu objetivo é simplificar a tributação sobre o consumo, reduzir a complexidade das obrigações fiscais e aproximar o Brasil dos modelos de Imposto sobre Valor Agregado (IVA) utilizados em diversas economias desenvolvidas.
A reforma foi instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e regulamentada principalmente pela Lei Complementar nº 214/2025.
Na prática, seus impactos alcançam:
- Empresas.
- Contadores.
- Consultores.
- Desenvolvedores de ERP.
- Profissionais fiscais.
- Profissionais financeiros.
- Órgãos governamentais.
- Consumidores.
Compreender a Reforma Tributária tornou-se uma necessidade estratégica para qualquer organização que opere no Brasil.
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A CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) é um dos pilares da Reforma Tributária do Consumo instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e regulamentada principalmente pela Lei Complementar nº 214/2025.
A nova contribuição substituirá gradualmente tributos federais atualmente incidentes sobre o consumo, promovendo profundas mudanças na tributação das operações realizadas pelas empresas brasileiras.
Na prática, a CBS impactará diretamente:
- Faturamento.
- Compras.
- Vendas.
- Prestação de serviços.
- Importações.
- Exportações.
- NF-e.
- SPED.
- Sistemas ERP.
- Apuração tributária.
Por esse motivo, compreender a CBS tornou-se uma necessidade estratégica para analistas fiscais, consultores ERP, implantadores, contadores e gestores tributários.
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