
Notas Técnicas fiscais: o que são, qual sua força normativa e por que impactam o ERP
Entenda o que são Notas Técnicas fiscais, sua relação com a legislação, quando geram mudanças obrigatórias e como afetam ERP, XML e documentos fiscais.
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Entenda o que são Notas Técnicas fiscais, sua relação com a legislação, quando geram mudanças obrigatórias e como afetam ERP, XML e documentos fiscais.
Entenda as mudanças da NT 2025.002-RTC v.1.51, da NT 2026.002 v.1.10 e da NT 2026.007 v.1.00 para NF-e, NFC-e, IBS/CBS, DANFE Simplificado Tipo 2 e sistemas ERP.
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Consulte definições claras sobre termos fiscais, tributos, documentos eletrônicos, obrigações acessórias e sistemas ERP.
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Adquira seu certificado digital A1 para CPF ou CNPJ, com validade de 12 meses e emissão por videoconferência.
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Entenda o marco de 3 de agosto de 2026 para documentos fiscais eletrônicos, a homologação da NT 2026.002 na SVRS e a postergação da exigência de IBS/CBS.
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Receita e CGIBS anunciam flexibilização das validações de IBS e CBS em oito documentos fiscais. Entenda o alcance, as divergências e os impactos no ERP.
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O Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 4, publicado em 31 de julho de 2026, formaliza o cronograma oficial de implantação dos documentos fiscais eletrônicos relacionados ao IBS e à CBS.
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Receita Federal e CGIBS anunciaram cronograma individualizado para DF-e com IBS e CBS. Entenda o status de 3 de agosto e os impactos em ERP
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Entenda o split payment, as formas de extinção dos débitos de IBS e CBS, a regra transitória do crédito, o tratamento de 2026 e os impactos para empresas e ERPs.
Entenda a Orientação Técnica CFC nº 1/2026, a controvérsia contábil do ano de teste e o marco operacional de 3 de agosto para IBS e CBS nos ERPs.
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A API oficial de geração do DANFSe será suspensa em 3 de agosto de 2026. Entenda o que muda para ERPs, sistemas fiscais e emissores de NFS-e.
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Entenda o IPI: industrialização, contribuintes, TIPI, cálculo, créditos, CST, cEnq, NF-e, EFD ICMS/IPI, operações especiais e impactos no ERP.

Entenda o PIS/Pasep incidente sobre receitas: regimes, alíquotas, créditos, CST, NF-e, EFD-Contribuições, ERP e diferenças em relação ao PIS-Importação.

Entenda a COFINS incidente sobre receitas: regimes, alíquotas, créditos, CST, NF-e, EFD-Contribuições, ERP e diferenças em relação à Cofins-Importação.
CGIBS analisa 847 propostas e prevê nova versão do Regulamento do IBS em 2026. Entenda os impactos operacionais e os cuidados para ERPs.
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Segundo o JOTA, governo e Comitê Gestor estudam adiar validações de IBS e CBS previstas para agosto. Entenda o escopo, os impactos em ERP e os cuidados operacionais.
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A partir de **03 de agosto de 2026**, a **NF-e modelo 55** emitida por empresas do **regime normal** deverá conter os campos relativos ao **IBS** e à **CBS** preenchidos corretamente. Na prática, a Reforma Tributária deixa de ser apenas um tema legislativo e passa a impactar diretamente o **XML da NF-e**, a **autorização da nota**, o **faturamento** e a rotina dos sistemas ERP.
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A Receita Federal confirmou que a implantação do **CNPJ alfanumérico** terá início em **31 de julho de 2026**. A mudança representa uma evolução na estrutura do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica e tem como principal objetivo ampliar a capacidade de geração de novas inscrições. Embora o novo formato afete apenas os **CNPJs emitidos a partir da implantação**, empresas que desenvolvem ou utilizam sistemas de gestão, ERPs e aplicações integradas já devem iniciar os processos de adaptação.
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Tabela CST × cClassTrib (IBS/CBS) Consulte a **Tabela CST × cClassTrib**, utilizada na parametrização dos documentos fiscais eletrônicos da Reforma Tributária. Esta tabela apresenta o relacionamento entre os **Códigos de Situação Tributária (CST)** e os respectivos **Códigos de Classificação Tributária (cClassTrib)** utilizados na tributação do IBS e da CBS, auxiliando empresas, analistas fiscais, consultores e desenvolvedores na correta configuração de sistemas ERP.
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Tabela de Municípios IBGE A **Tabela de Municípios IBGE** do Tribium reúne os códigos oficiais de todos os municípios brasileiros, utilizados na emissão de documentos fiscais eletrônicos, obrigações acessórias, cadastros de ERP e integrações entre sistemas. Este material é indispensável para empresas, desenvolvedores, analistas fiscais e profissionais que trabalham com NF-e, CT-e, MDF-e, SPED e demais documentos eletrônicos.
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Consulte a Tabela cBenef SP, contendo os Códigos de Benefício Fiscal (cBenef) utilizados pelo Estado de São Paulo na emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). Esta tabela foi desenvolvida para auxiliar profissionais da área fiscal, contadores, analistas de ERP, desenvolvedores e empresas na correta parametrização dos benefícios fiscais, reduzindo inconsistências na emissão da NF-e e prevenindo rejeições relacionadas ao campo cBenef.
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# Tabela NCM × uTrib Consulte a relação oficial entre os **códigos NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul)** e suas respectivas **Unidades Tributáveis (uTrib)** utilizadas na emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). Esta tabela auxilia empresas, analistas fiscais, profissionais de ERP e desenvolvedores na correta parametrização de produtos, evitando inconsistências cadastrais e reduzindo problemas na emissão de documentos fiscais eletrônicos.
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# Tabela de Alíquotas Internas de ICMS por Estado (2026) Consulte as **alíquotas internas de ICMS** das 27 unidades federativas brasileiras atualizadas para 2026. Esta tabela foi desenvolvida para auxiliar profissionais das áreas fiscal, contábil, financeira e tecnologia na consulta rápida das alíquotas gerais utilizadas em operações internas.
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A Escrituração Fiscal Digital do ICMS e do IPI, conhecida como SPED Fiscal ou EFD ICMS/IPI, é uma das principais obrigações acessórias do sistema tributário brasileiro. Ela reúne informações relacionadas às operações fiscais, documentos eletrônicos, apuração de tributos e movimentações de estoque realizadas pelas empresas. Na prática, o SPED Fiscal tornou-se uma das principais ferramentas de fiscalização dos fiscos estaduais e da Receita Federal. Através dele, os órgãos fiscalizadores conseguem analisar: - Operações de entrada. - Operações de saída. - ICMS. - ICMS-ST. - IPI. - Inventário. - Produção. - Estoques. - Documentos fiscais eletrônicos. Por esse motivo, o domínio da EFD ICMS/IPI é essencial para analistas fiscais, consultores ERP, implantadores, contadores e profissionais de suporte.
A EFD Contribuições é uma das principais obrigações acessórias federais existentes no Sistema Público de Escrituração Digital (SPED). Seu objetivo é registrar eletronicamente as operações que impactam a apuração das contribuições sociais incidentes sobre a receita das empresas. Na prática, a EFD Contribuições concentra informações relacionadas a: - PIS. - COFINS. - Créditos das contribuições. - Débitos das contribuições. - Receitas. - Documentos fiscais. - Apuração mensal. Por esse motivo, tornou-se uma das principais fontes de fiscalização eletrônica utilizadas pela Receita Federal. Para profissionais que atuam com ERP, fiscal, implantação e suporte, compreender a EFD Contribuições é fundamental para garantir conformidade tributária e qualidade das informações transmitidas ao Fisco.

O CSOSN é um dos principais elementos tributários utilizados pelas empresas enquadradas no Simples Nacional. Embora muitas vezes seja tratado apenas como um campo obrigatório da Nota Fiscal Eletrônica, sua função vai muito além da emissão do documento fiscal. O CSOSN é responsável por informar ao Fisco qual tratamento tributário está sendo aplicado à operação em relação ao ICMS. Na prática, ele influencia diretamente: - Emissão da NF-e; - Crédito de ICMS; - Substituição Tributária; - Escrituração Fiscal; - SPED Fiscal; - Parametrizações ERP; - Obrigações acessórias; - Cruzamentos eletrônicos realizados pelo Fisco. Uma parametrização incorreta pode gerar inconsistências fiscais, cálculos errados de tributos e problemas em fiscalizações futuras. Por esse motivo, compreender corretamente os códigos CSOSN é fundamental para profissionais das áreas fiscal, contábil e tecnologia.
O CST é um dos elementos mais importantes da tributação brasileira. Embora muitas vezes receba menos atenção do que a NCM ou o CFOP, o CST é o responsável por informar ao Fisco qual tratamento tributário está sendo aplicado a uma determinada operação. Na prática, ele responde perguntas fundamentais: - A operação é tributada? - Existe isenção? - Existe redução de base? - Há diferimento? - Existe Substituição Tributária? - A operação possui suspensão? - Há direito a crédito? Sem o CST, os sistemas fiscais não conseguem interpretar corretamente a tributação aplicada à operação. Por esse motivo, o CST participa diretamente: - Da emissão da NF-e; - Da apuração de impostos; - Da geração do SPED Fiscal; - Da geração do SPED Contribuições; - Das integrações contábeis; - Das parametrizações dos sistemas ERP. Uma definição incorreta do CST pode provocar recolhimentos indevidos de tributos, geração incorreta de créditos fiscais, inconsistências em obrigações acessórias e autuações fiscais. Por isso, compreender a lógica dos códigos CST é uma competência essencial para profissionais das áreas fiscal, contábil e tecnologia.
O **Tribium** é um portal de inteligência fiscal aplicada a sistemas, criado para transformar a complexidade da legislação tributária em informação prática, clara e útil para quem trabalha com ERP, documentos fiscais eletrônicos e processos empresariais. Nossa missão é ajudar profissionais e empresas a compreenderem **o que mudou na legislação, quem será impactado, quais ações precisam ser tomadas e como essas mudanças afetam os sistemas de gestão**. Mais do que explicar normas fiscais, buscamos conectar teoria e prática, mostrando como cada alteração influencia a operação diária das empresas.
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A Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) é um dos documentos fiscais mais importantes do ambiente empresarial brasileiro. Criada para substituir documentos fiscais em papel, a NF-e revolucionou a forma como empresas, governos e contribuintes registram, transmitem, armazenam e fiscalizam operações comerciais. Sua implantação transformou profundamente os processos de: - Faturamento. - Compras. - Vendas. - Fiscal. - Contabilidade. - Logística. - Auditoria. - Tecnologia da Informação. Atualmente, praticamente toda empresa que comercializa mercadorias no Brasil depende direta ou indiretamente da NF-e. Por esse motivo, compreender seu funcionamento tornou-se essencial para analistas fiscais, consultores ERP, implantadores, desenvolvedores, contadores e gestores empresariais.

O Fundo de Combate à Pobreza (FCP) é um adicional vinculado ao ICMS que pode ser exigido pelos estados brasileiros com a finalidade de financiar programas sociais voltados à redução da pobreza e das desigualdades sociais. Embora frequentemente apareça ao lado do ICMS, do ICMS-ST e do DIFAL, o FCP possui regras próprias de cálculo, recolhimento, escrituração e fiscalização. Nos últimos anos sua importância aumentou significativamente em razão: - Da expansão do comércio eletrônico. - Do crescimento das operações interestaduais. - Da ampliação da utilização do DIFAL. - Da aplicação do FCP na Substituição Tributária. - Da evolução dos mecanismos de fiscalização eletrônica. Por esse motivo, compreender o funcionamento do FCP tornou-se essencial para analistas fiscais, consultores ERP, implantadores, contadores e profissionais de tecnologia que atuam com sistemas de gestão empresarial.

A CST do PIS e da COFINS é um dos principais códigos utilizados para identificar o tratamento tributário das contribuições federais nas operações fiscais das empresas brasileiras. Ela informa se determinada operação é tributada, isenta, sem incidência, sujeita à alíquota zero, monofásica, com suspensão ou vinculada a créditos. Na prática, a CST impacta diretamente: - NF-e. - EFD Contribuições. - Apuração de PIS. - Apuração de COFINS. - Créditos tributários. - Escrituração fiscal. - Parametrizações ERP. - Cruzamentos da Receita Federal. Por esse motivo, compreender corretamente as CSTs do PIS e da COFINS é essencial para analistas fiscais, consultores ERP, implantadores, contadores e profissionais responsáveis por parametrizações tributárias.

A Substituição Tributária do ICMS (ICMS-ST) é um dos regimes mais importantes e complexos do sistema tributário brasileiro. Seu principal objetivo é concentrar a arrecadação do imposto em um número reduzido de contribuintes, permitindo que o recolhimento ocorra antecipadamente em relação às etapas futuras da cadeia de comercialização. Na prática, um contribuinte localizado no início da cadeia econômica pode ser responsável pelo recolhimento: - Do ICMS de sua própria operação; - Do ICMS presumidamente devido nas operações subsequentes. Esse modelo afeta diretamente: - Compras; - Vendas; - Formação de preços; - Margem de lucro; - Custos; - NF-e; - SPED Fiscal; - Estoques; - Sistemas ERP; - Obrigações acessórias.
O Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) é um tributo federal incidente sobre produtos industrializados nacionais e estrangeiros. Sua importância vai muito além da arrecadação tributária. O IPI é utilizado pelo governo federal como instrumento de política econômica, podendo estimular ou desestimular setores específicos por meio da alteração de alíquotas. Para empresas, o correto tratamento do IPI impacta diretamente: - Emissão de NF-e. - Formação de preços. - Compras. - Vendas. - Industrialização. - Importação. - Exportação. - Apuração fiscal. - SPED Fiscal. - Parametrizações ERP. Por esse motivo, compreender profundamente o funcionamento do IPI é essencial para analistas fiscais, consultores ERP, implantadores, contadores e profissionais de tecnologia que atuam com sistemas de gestão empresarial.

O Programa de Integração Social (PIS) é uma das principais contribuições federais incidentes sobre o faturamento das empresas brasileiras. Embora frequentemente seja analisado em conjunto com a COFINS, o PIS possui regras próprias de apuração, créditos, alíquotas e escrituração. Seu correto tratamento impacta diretamente: - Faturamento. - Compras. - Formação de preços. - Apuração tributária. - NF-e. - SPED. - EFD Contribuições. - Parametrizações ERP. Por esse motivo, o conhecimento do PIS é essencial para analistas fiscais, consultores ERP, implantadores, contadores e profissionais que atuam com processos tributários e sistemas de gestão empresarial.

A COFINS é uma das principais contribuições federais incidentes sobre a receita das empresas brasileiras. Juntamente com o PIS, compõe uma parcela significativa da carga tributária federal relacionada ao consumo e ao faturamento empresarial. Sua correta apuração impacta diretamente: - Faturamento. - Compras. - Formação de preços. - Planejamento tributário. - NF-e. - SPED. - EFD Contribuições. - Parametrizações ERP. Por esse motivo, compreender o funcionamento da COFINS é essencial para analistas fiscais, consultores ERP, implantadores, contadores e profissionais envolvidos na gestão tributária das organizações.

cBenef é a sigla utilizada para identificar o **Código de Benefício Fiscal**, um código criado pelas Secretarias da Fazenda dos estados para identificar benefícios, incentivos, tratamentos tributários diferenciados e regimes especiais aplicáveis às operações fiscais. O cBenef é informado nos documentos fiscais eletrônicos e permite que o Fisco identifique exatamente qual benefício fiscal está sendo utilizado em determinada operação. Sua utilização tornou-se obrigatória em diversos estados brasileiros e possui forte relação com a emissão da NF-e e da NFC-e.

A Rejeição 930 ocorre quando a NF-e é emitida utilizando um CST que exige a informação do código de benefício fiscal (cBenef), mas esse campo não foi preenchido no XML. Essa validação foi introduzida para permitir que as administrações tributárias identifiquem corretamente os benefícios fiscais concedidos pelos estados. Quando a operação utiliza um CST vinculado a benefício fiscal e o cBenef não é informado, a NF-e é rejeitada. A correção consiste em identificar o benefício fiscal aplicável à operação, informar o código correto na NF-e e retransmitir o documento.

A Rejeição 215 ocorre quando o XML da NF-e não está em conformidade com o schema definido pela SEFAZ. Isso significa que algum campo obrigatório está ausente, preenchido incorretamente, fora do padrão esperado ou em desacordo com as regras estruturais do leiaute da NF-e. Essa é uma das rejeições mais comuns durante a emissão de documentos fiscais eletrônicos, especialmente após atualizações de ERP, mudanças de versão da NF-e ou integrações entre sistemas. A correção consiste em identificar a inconsistência estrutural apontada pela validação do XML, ajustar os dados e retransmitir a NF-e.

A Rejeição 204 ocorre quando a SEFAZ identifica que já existe uma NF-e autorizada com a mesma chave de acesso, ou quando o emissor tenta transmitir novamente uma NF-e que já foi recebida e processada.

XML significa eXtensible Markup Language. No ambiente fiscal brasileiro, é o arquivo eletrônico oficial de documentos como NF-e, NFC-e, CT-e, MDF-e, BP-e e NFS-e. Esse conceito é relevante para empresas que utilizam sistemas ERP, emitem documentos fiscais, controlam cadastros, realizam operações comerciais ou precisam manter conformidade fiscal e operacional.


O que é? DANFE significa Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica. É a representação gráfica simplificada da NF-e, utilizada para acompanhar mercadorias e facilitar consultas. Esse conceito é relevante para empresas que utilizam sistemas ERP, emitem documentos fiscais, controlam cadastros, realizam operações comerciais ou precisam manter conformidade fiscal e operacional.

O que é? CC-e significa Carta de Correção Eletrônica. É um evento eletrônico utilizado para corrigir determinadas informações de uma NF-e já autorizada pela SEFAZ. Esse conceito é relevante para empresas que utilizam sistemas ERP, emitem documentos fiscais, controlam cadastros, realizam operações comerciais ou precisam manter conformidade fiscal e operacional.

A Chave de Acesso é um código numérico único de 44 dígitos utilizado para identificar documentos fiscais eletrônicos como NF-e, NFC-e, CT-e, MDF-e e BP-e. Esse conceito é relevante para empresas que utilizam sistemas ERP, emitem documentos fiscais, controlam cadastros, realizam operações comerciais ou precisam manter conformidade fiscal e operacional.

Entenda o que é CFOP, para que serve, como funciona sua estrutura, quais são os principais códigos utilizados pelas empresas e seus impactos na NF-e, SPED Fiscal e ERP.

Entenda o que é MVA, como funciona a Margem de Valor Agregado, como ela é utilizada na Substituição Tributária do ICMS e quais são seus impactos na NF-e, SPED Fiscal e sistemas ERP.

O Imposto Seletivo (IS) é um dos novos tributos criados pela Reforma Tributária do Consumo instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e regulamentada pela Lei Complementar nº 214/2025. Diferentemente da CBS e do IBS, o Imposto Seletivo possui natureza predominantemente extrafiscal. Seu principal objetivo não é arrecadar recursos, mas influenciar comportamentos econômicos através da tributação diferenciada de determinados bens e serviços. Na prática, o IS impactará diretamente: - Indústrias. - Importadores. - Distribuidores. - Atacadistas. - ERP. - NF-e. - Cadastros fiscais. - Classificação fiscal. - Apuração tributária. Por esse motivo, compreender o funcionamento do Imposto Seletivo tornou-se essencial para profissionais das áreas fiscal, tributária, contábil e tecnológica.

Entenda o que é DIFAL, como funciona o Diferencial de Alíquotas do ICMS, quem deve recolher, como calcular e quais são seus impactos na NF-e, XML, ERP, SPED Fiscal e Reforma Tributária.

Entenda o que é NCM, como funciona sua estrutura, como classificar corretamente mercadorias, quais os impactos tributários e como a NCM influencia a NF-e, o SPED e os sistemas ERP.

Entenda o que é ICMS, como funciona sua tributação, quais operações estão sujeitas ao imposto e quais são os impactos para empresas, NF-e, SPED Fiscal e sistemas ERP.

O Split Payment é um dos mecanismos mais inovadores introduzidos pela Reforma Tributária brasileira. Diferentemente da CBS, do IBS e do Imposto Seletivo, o Split Payment não é um tributo. Trata-se de um modelo de arrecadação que busca automatizar o recolhimento dos tributos incidentes sobre as operações econômicas. Na prática, o sistema permite que parte do valor pago pelo comprador seja direcionada automaticamente ao governo no momento da liquidação financeira da operação. O objetivo é reduzir: - Sonegação. - Inadimplência tributária. - Fraudes fiscais. - Complexidade na arrecadação. Além disso, o Split Payment terá impactos relevantes sobre: - ERP. - Financeiro. - Faturamento. - Contas a receber. - Bancos. - Instituições de pagamento. - Marketplaces. - E-commerce. Por esse motivo, tornou-se um dos temas mais relevantes da Reforma Tributária para profissionais de tecnologia e gestão empresarial.

A Reforma Tributária do Consumo representa uma das maiores transformações já realizadas no sistema tributário brasileiro. Seu objetivo é simplificar a tributação sobre o consumo, reduzir a complexidade das obrigações fiscais e aproximar o Brasil dos modelos de Imposto sobre Valor Agregado (IVA) utilizados em diversas economias desenvolvidas. A reforma foi instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e regulamentada principalmente pela Lei Complementar nº 214/2025. Na prática, seus impactos alcançam: - Empresas. - Contadores. - Consultores. - Desenvolvedores de ERP. - Profissionais fiscais. - Profissionais financeiros. - Órgãos governamentais. - Consumidores. Compreender a Reforma Tributária tornou-se uma necessidade estratégica para qualquer organização que opere no Brasil.

O IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) é um dos principais tributos criados pela Reforma Tributária do Consumo instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e regulamentada pela Lei Complementar nº 214/2025. O novo imposto substituirá gradualmente tributos estaduais e municipais atualmente incidentes sobre o consumo, promovendo uma profunda transformação no sistema tributário brasileiro. Na prática, o IBS impactará diretamente: - Compras. - Vendas. - Prestação de serviços. - NF-e. - ERP. - Apuração tributária. - Cadastros fiscais. - Obrigações acessórias. - Municípios. - Estados. Por esse motivo, o IBS tornou-se um dos temas mais relevantes para profissionais das áreas fiscal, contábil, tributária e de tecnologia.

A CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) é um dos pilares da Reforma Tributária do Consumo instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e regulamentada principalmente pela Lei Complementar nº 214/2025. A nova contribuição substituirá gradualmente tributos federais atualmente incidentes sobre o consumo, promovendo profundas mudanças na tributação das operações realizadas pelas empresas brasileiras. Na prática, a CBS impactará diretamente: - Faturamento. - Compras. - Vendas. - Prestação de serviços. - Importações. - Exportações. - NF-e. - SPED. - Sistemas ERP. - Apuração tributária. Por esse motivo, compreender a CBS tornou-se uma necessidade estratégica para analistas fiscais, consultores ERP, implantadores, contadores e gestores tributários.